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Melhore os resultados para os pacientes durante a ventilação mecânica

Quando você muda sua maneira de ver as coisas, as coisas que você vê mudam.

Você tem um ventilador mecânico de fácil utilização?

Ventiladores mecânicos de difícil utilização podem levar a erros de uso e danos ao paciente.[1] [2] [3] Mas como é possível saber qual ventilador é o mais fácil de se usar?

Saiba mais sobre facilidade de uso

É possível reduzir ainda mais as falhas de desmame?

Pesquisas indicam que 29% dos pacientes ventilados na UTI sofrem frequentes falhas de desmame devido à disfunção diafragmática.[4] Isso aumenta o tempo na ventilação em até 16 dias.

O estudo também mostra que a baixa sensibilidade (26%) do índice de respiração rápida e superficial (IRRS) do paciente, comumente utilizado para medir a prontidão para o desmame, pode prolongar desnecessariamente a ventilação mecânica.

Ir ao estudo

Como manter seus pacientes ventilados de UTI menos sedados

"Se sedarmos os pacientes, eles permanecerão na UTI por mais tempo. Por isso, queremos que eles fiquem mais acordados", diz o Dr Torben Stensgard Andersen, Hospital de Vejle. 

Parece simples, mas manter os pacientes menos sedados modifica várias rotinas. O Hospital de Vejle começou sua jornada por volta de 2004 e progrediu muito desde então.

Saiba como manter os pacientes menos sedados

Como melhorar a ventilação mecânica no modo assistido

O Dr. Salvatore Grasso discute como o monitoramento da atividade diafragmática pode ajudar você a adaptar a ventilação às necessidades do paciente. 

Saiba como a Getinge pode ajudar você a superar os principais desafios clínicos durante a ventilação mecânica

Todas as referências

  1. 1. Gravenstein JS. How does human error affect safety in anesthesia? (Como o erro humano afeta a segurança na anestesia?) Surg Oncol Clin N Am. 2000;9:81–95.

  2. 2. Gajic O, Frutos-Vivar F, Esteban A, Hubmayr RD, Anzueto A. Ventilator settings as a risk factor for acute respiratory distress syndrome in mechanically ventilated patients (Configurações de ventilador como fator de risco para síndrome do desconforto respiratório agudo em pacientes ventilados mecanicamente). Intensive Care Med. 2005;31:922–6.

  3. 3. Donchin Y, Seagull FJ. The hostile environment of the intensive care unit (O ambiente hostil da unidade de terapia intensiva). Curr Opin Crit Care. 2002;8:316–20.

  4. 4. Kim WY, et al. Diaphragm dysfunction assessed by ultrasonography: influence on weaning from mechanical ventilation (Disfunção diafragmática avaliada por ultrassonografia: influência sobre o desmame da ventilação mecânica). Crit Care Med. 2011 Dez;39(12):2627-30.